“Se o corpo não estiver presente não existe o amor. O amor baseia-se também no corpo. Começa nas palavras mas afunila para o corpo. Aliás, quando não há linguagem possível, o corpo oferece uma solução. A autenticidade do corpo é uma coisa incrível! Pode ser um lugar de falhanço, mas também de esperança.” Rui Horta
Do latim corpu, esta palavra pode ser definida como qualquer porção limitada de matéria; por consistência ou até pela parte principal de muitas coisas.
Apesar da variedade de corpos com que nos podemos deparar, todos eles transportam o mesmo: uma essência. É através dele que podemos sentir de tudo um pouco. No entanto, esta matéria que nos suporta, e da qual não nos podemos separar, sofre mutações com o decorrer do tempo. Surgem rugas, alterações na forma e no tamanho. Poderá cada uma destas mudanças dizer algo a respeito do que cada corpo provou? Penso que sim.
Somos autênticas esculturas dançantes.
Nietzsche dizia: “há mais razão no teu corpo do que na tua melhor sabedoria”.
Mas por vezes, nem sempre esta substância comporta coisas tão dignas e elevadas. Platão diria que “as almas dos homens, antes de terem caído neste sepulcro que é o corpo, conseguiram vislumbrar – umas mais de perto, outras de maneira menos precisa – a Pureza, a Justiça e a Sabedoria.” E acrescentaria ainda que “decaíram, corromperam-se, encheram-se de vícios ao se ligarem com o corpo.”
Mas é por tudo isto que o mesmo afirma que todos “guardam todavia uma ténue recordação do que antes contemplaram e tendem, para aquela perfeição que um dia contemplaram.”
Do latim corpu, esta palavra pode ser definida como qualquer porção limitada de matéria; por consistência ou até pela parte principal de muitas coisas.
Apesar da variedade de corpos com que nos podemos deparar, todos eles transportam o mesmo: uma essência. É através dele que podemos sentir de tudo um pouco. No entanto, esta matéria que nos suporta, e da qual não nos podemos separar, sofre mutações com o decorrer do tempo. Surgem rugas, alterações na forma e no tamanho. Poderá cada uma destas mudanças dizer algo a respeito do que cada corpo provou? Penso que sim.
Somos autênticas esculturas dançantes.
Nietzsche dizia: “há mais razão no teu corpo do que na tua melhor sabedoria”.
Mas por vezes, nem sempre esta substância comporta coisas tão dignas e elevadas. Platão diria que “as almas dos homens, antes de terem caído neste sepulcro que é o corpo, conseguiram vislumbrar – umas mais de perto, outras de maneira menos precisa – a Pureza, a Justiça e a Sabedoria.” E acrescentaria ainda que “decaíram, corromperam-se, encheram-se de vícios ao se ligarem com o corpo.”
Mas é por tudo isto que o mesmo afirma que todos “guardam todavia uma ténue recordação do que antes contemplaram e tendem, para aquela perfeição que um dia contemplaram.”